Design não resolve problema de marca — ele só entra depois que o problema foi entendido. Eu ajudo empresas a descobrir o que precisa ser dito antes de decidir como isso deve parecer.
Uma conversa de 20 minutos para descobrir se o problema é visual — ou é estratégico.
A maioria das empresas que sente que "algo não está certo" com a própria imagem faz a mesma coisa: troca o logo, redesenha o site, contrata alguém para postar mais. E, na maioria das vezes, o problema continua — só que agora com uma identidade visual nova.
Não começo escolhendo cor, fonte ou desenhando um logo. Começo entendendo o negócio, a audiência, o valor e a história — porque a identidade visual é consequência de uma direção estratégica, não o ponto de partida dela.
Investigo o negócio para descobrir o que precisa ser fortalecido, corrigido ou comunicado de outra forma — e transformo isso em clareza sobre quem a empresa é, o que representa e como deve se comunicar.
Uma análise estratégica de como a marca se apresenta hoje: mensagem, diferenciação, presença digital, identidade e coerência. O objetivo é mostrar, com clareza, onde a marca está perdendo força — não fazer uma "análise de Instagram".
Conteúdo para redes sociais construído a partir de estratégia — não posts soltos. Cada peça traduz posicionamento, personalidade e proposta de valor em comunicação.
Páginas únicas para apresentar uma empresa, profissional ou serviço: um ponto de contato digital claro e coerente com a marca — não um funil agressivo de vendas.
O método orienta a investigação — cada projeto usa as ferramentas certas para ele. Abaixo, o que cada etapa produz na prática.
Contexto, objetivos e direção da empresa.
Para quem a marca existe e como ela é percebida.
Proposta de valor, diferenciais e razões de escolha.
Origem, crenças e personalidade da marca.
Sou Gabriel Gonzaga, designer e consultor de marca. Meu trabalho começa antes do visual: antes de escolher uma cor ou desenhar um logo, procuro entender o negócio, sua audiência, seu valor e sua história.
Acredito que uma marca precisa ter clareza sobre quem é, o que representa, para quem existe, por que deveria ser escolhida e como deseja ser lembrada. Meu papel é transformar essas respostas em estratégia, posicionamento, identidade e comunicação.
"Isso não vai virar um processo longo e caro?"
O ponto de partida é sempre um diagnóstico, não um projeto fechado de meses. A profundidade do trabalho é definida depois que o problema está claro.
"Já tenho identidade visual, não quero recomeçar do zero."
Na maioria dos casos o problema não é jogar tudo fora — é entender o que já funciona e o que está desalinhado com o que a empresa realmente representa.
"Não sei se minha empresa está 'madura' o suficiente pra isso."
O diagnóstico existe exatamente para responder essa pergunta antes de qualquer decisão maior.
Talvez seja o que sua empresa ainda não conseguiu deixar claro sobre si mesma. Se isso soou familiar, o próximo passo não é redesenhar nada — é conversar 20 minutos sobre onde está a falta de clareza.
Conversa direta, sem compromisso e sem enrolação de venda.